Os primeiros pontapés

Há quem descreva os primeiros movimentos do bebé como um esvoaçar de borboleta, como um ligeiro borbulhar ou como um peixe a cirandar.
Uma sensação tão suave como uma bola de sabão a rebentar na nossa pele. Há quem tenha dúvidas quanto à origem daquela sensação.
Há quem desfaça a magia do momento avançando que podem ser, simplesmente, gazes. Como é possível?
Uma coisa é certa. A primeira vez que o sentimos, sem margem de erro, a primeira vez que temos essa certeza absoluta, a primeira vez que ninguém pode desfazer o encantamento, dessa primeira vez, é tão comovente e arrebatador que é difícil descrever o que se sente. Frequentemente, essa primeira vez traduz-se num sorriso pregado na cara da grávida, alheado e levemente patético, que dura, dura, dura...

Uma longa conversa

Os primeiros movimentos perceptíveis marcam o início de uma longa conversa entre mãe e bebé. Uma conversa que às vezes pode ser engraçada, quando a barriga começa a mexer-se sozinha e aí já toda a gente pode ver a força daquele bebé.
Outras vezes pode ser dolorosa, quando os pés que deviam ser minúsculos e delicados parecem enormes e brutais, espetando-se nas costelas, ou comovente quando um pequeno pontapé surge como resposta a uma pergunta da mãe ou do pai. Cotoveladas, joelhadas, pontapés, esticões, festinhas interiores, soluços.
Os movimentos do bebé são o que de mais palpável temos dele antes do nascimento. Sim, porque a imagem da ecografia pode ser comovente, mas é muito mais distante - está ali no ecrã, passa depois para o papel -do que o que se sente por dentro da pele quando um filho por nascer se mexe dentro de nós. É indescritível como esses movimentos provocam sentimentos de protecção, de amor, de empatia.
Para além de pontapés, piruetas e outras acrobacias, é também possível sentir os soluços do bebé. E senti-lo a mexer-se como resposta a ruídos ou a situações de stress. Os seus movimentos são também uma maneira de começar a conhecê-lo.

Com a mão pousada sobre a barriga, também o pai, o irmão mais velho, os avós e os amigos vão poder sentir o bebé. Não há quem fique indiferente a esses movimentos, quem não queira testemunhá-los. Porque eles são a prova de que há vida para além da mãe.
Quando começa a sentir-se o bebé?

É muito variável, de mulher para mulher e de gravidez para gravidez, mas algures entre as 16 e as 22 semanas é quando é normal sentir os primeiros movimentos do bebé. É claro que ele já se mexe há muito tempo, desde as sete ou oito semanas de gestação, mas é tão pequenino e rodeado pelo líquido amniótico que é impossível senti-lo antes.
As mulheres mais magras têm tendência para sentir mais cedo do que aquelas que têm peso a mais.


Com que frequência?

Nas primeiras semanas de «pontapés», é muito irregular a frequência com que são sentidos. Num dia podem notar-se várias vezes e no outro nem uma única.
Isto não quer dizer que o bebé tenha deixado de se mexer, mas simplesmente que os movimentos não são assim tão vigorosos que sejam sempre percebidos. No final do segundo trimestre, contudo, o bebé está maior e os seus movimentos começam a sentir-se de forma mais regular e frequente.
No último trimestre, convém prestar alguma atenção à sua regularidade e avisar o médico no caso de sentir um decréscimo significativo de movimentos.
No final do tempo de gestação, é aconselhável verificar diariamente se o bebé está a movimentar-se normalmente. No final do Livro Verde da grávida, encontra essa recomendação e um espaço onde anotar a frequência dos movimentos do seu bebé.
Mesmo no final da gravidez, a partir das 38, 39 semanas, é normal notar uma redução nos movimentos, pois o bebé já tem muito pouco espaço. No entanto, mais do que nunca é conveniente estar atenta.

fonte:forum.g-sat.net

É uma resposta exagerada do organismo a uma substância bem tolerada pela maioria das pessoas: as defesas entendem-na como agressor e tentam elimina-la. Pode manifestar-se por tosse, espirros, nariz entupido e a pingar, dificuldade respiratória, inchaço, borbulhas e comichão, entre outros. Não tem cura, mas, nalguns casos, a vacina antialérgica permite viver sem sintomas durante anos.

Alergénio à distância

* O primeiro passo para tratar e prevenir alergias é identificar o que as causa e evitá-lo.
* Se sofre de rinite ou asma, tenha especial cuidado com a limpeza da casa. Aspire o colchão e lave as almofadas e os cortinados com frequência. Evite tapetes e objectos que acumulem pó e limpe os móveis com um pano húmido. Não fume e evite que o façam em sua casa.
* Caso não tolere pólenes, mantenha as janelas fechadas durante a manhã e areje a casa à tarde. Limpe caixilhos e parapeitos, para não alojarem bolores.
* No Verão, use repelente de insectos. Evite andar descalço e deitar-se na relva. Não se aproxime de ninhos de vespas ou abelhas.
* Verifique as substâncias alergénicas nos rótulos dos produtos para a pele e nos alimentos.
* Consulte o médico. Pode valer a pena fazer um tratamento para reduzir a sensibilidade à substância que desencadeia a reacção.
Alerta anafilaxia

Em situações graves, a alergia pode causar o chamado choque anafiláctico e levar à morte. Chame de imediato o 112 ou vá às urgências, em caso de:

* comichão, sobretudo, na palma das mãos e sola dos pés;
* urticária (borbulhas), com lesões avermelhadas e sensação de queimadura ou comichão;
* inchaço nas zonas de pele menos esticada, como as pálpebras, lábios, face e pescoço;
* dificuldade respiratória grave;
* náuseas, vómitos ou cólicas abdominais;
* tonturas ou perda de consciência;
* pulso acelerado, ritmo cardíaco irregular e palidez.

fonte: www.deco.proteste.pt

Por volta dos dois anos, muitas crianças resistem ao momento do banho diário, que a partir dessa altura se converte numa tortura para eles e para os papás.

Depois de uma permanência de nove meses no ventre materno, tão quentinho e protegido, o bebé nasce… e tudo muda. No repentino encontro com o mundo, cheio de surpresas e de modificações, torna-se imprescindível restabelecer o contacto que o pequenito mantinha com a sua mamã enquanto estava na barriga.

Este restabelecimento começa a esboçar-se durante o parto, quando atravessa as paredes do canal vaginal, vulgarmente reconhecido por “abraço vaginal”. Depois sentirá a temperatura exterior, as mãos do obstetra, as primeiras carícias.
A partir daí, haverão outras formas, como por exemplo a amamentação e os cuidados diários, que ao propiciarem um contacto corporal irão ajuda-lo a resolver as situações menos agradáveis. É fundamental que a mamã toque no bebé, uma vez que o primeiro sistema a entrar em funções no mundo extra-uterino é o sensorial.

Estas experiências favorecem a evolução das capacidades motoras, intelectuais e emocionais, e estimulam a confiança básica do bebé ao sentir-se amado. Os mimos são tão importantes que não é exagerado dizer que ajudam o recém-nascido a defender-se melhor da doença e do stress físico e psíquico.
É claro que o momento do banho (que também permite ao papá incluir-se na actividade), associado ao estímulo das carícias, ao olhar, à voz e à água morna, é um recurso que colabora para o desenvolvimento de um psiquismo saudável.

Embora o banho seja um momento ideal para desfrutar de um momento de prazer, é normal que as crianças, por volta dos dois ou dos três anos, sintam uma repentina recusa em tomar banho. Trata-se de algo passageiro e com a sua ajuda poderá ultrapassá-lo facilmente.

Nessa idade é normal que se registe muita ansiedade nas crianças, dado que a compreensão que têm do mundo ainda está em pleno desenvolvimento. Também é uma etapa de muita imaginação, na qual começam a estar em contacto com os seus sentimentos e sabem o que significa sentir medo.

Como estas sensações surgem ou se intensificam durante a noite, é provável que sejam motivadas pelo estado emocional com que a criança fica muitas vezes a dormir, o que converte esse momento do dia no menos oportuno para tentar inverter a situação.

Se o seu filho está a atravessar uma situação assim, o melhor é dar-lhe o banho o mais cedo possível. E não se esqueça que ele necessita da sua paciência: não o force, uma vez que isso só agravaria a situação.


Um lugar grande demais

Geralmente, esses primeiros medos surgem associados ao uso da banheira da casa. Talvez porque até esse momento, o seu bebé ainda não se tinha apercebido das dimensões da mesma: sente-se demasiado pequeno dentro de um espaço enorme, e isso pode produzir-lhe ansiedade e medo. A presença de um adulto irá tranquiliza-lo e será fundamental para prevenir acidentes.

Sugestão:
apoie-o enquanto lhe dá banho, leve os seus brinquedos para a água, cante-lhe e fale-lhe, porque a voz e o olhar irão serena-lo.

O medo de fazer chichi

É frequente que às vezes os bebés façam chichi na banheira. Face a isto, alguns papás reagem com muita irritação, provocando uma grande desarmonia nas crianças, que nesta altura ainda não têm um adequado controlo dos esfíncteres. Quando isto passa, o melhor é explicar-lhe que a banheira não é o lugar onde se faz chichi, mas faze-lo de maneira que o possa entender. Se lhe grita irá assustar-se e nesse estado emocional dificilmente compreenderá aquilo que lhe quer transmitir.

Aprender a brincar

É importante não forçar a criança a permanecer na água quando está assustada, para não a atemorizar ainda mais. De modo que é fundamental a presença de um dos seus papás ou uma figura afectiva importante, que lhe possa transmitir segurança e confiança.

O ideal é que a hora do banho seja - tanto para o bebé como para os pais - uma instância de intimidade, de encontro e de comunicação agradável, mas - acima de tudo - um momento de brincadeira, e não um simples trâmite.

Há mamãs que insistem constantemente com o seu filho para que se vista, para que ande mais depressa, para que tome banho, para que acabe de comer… Mas convém lembrar que brincar não é perder tempo mas preparar-se para a vida, uma vez que através da actividade lúdica as crianças resolvem muitas situações traumáticas.
Alguns conselhos…

Para não pressionar a criança, pode encher-se primeiro a banheira, e depois o papá ou a mamã podem meter-se lá dentro (obviamente que com roupa adequada, como por exemplo um fato de banho) juntamente com alguns brinquedos que flutuem e que, pela sua forma e cores, sejam atractivos para o pequenito.

Quando o pequenito tentar meter-se na água com os brinquedos será um sinal claro de que perdeu o medo. É preciso ter paciência, porque isso pode demorar algum tempo.

É preciso lembrar que as crianças têm ritmos diferentes dos adultos… É bom nunca as apressar, porque isso aumenta a sua ansiedade e a tensão, e fará com que - certamente - da próxima vez nem sequer estejam dispostas a aproximar-se da banheira.

Conselho:
não se esqueça de que deixando o banho para os últimos momentos, o seu filho poderá sentir-se cansado e irritado, impedindo uma vivência agradável do banho.

Como garantir um banho seguro
- Coloque um tapete anti-deslizante no fundo da banheira.
- Certifique-se que a temperatura da água é adequada.
- À medida que a água da banheira vai arrefecendo, junte-lhe água quente, para evitar que tenha frio.
- Verifique que não existem correntes de ar na casa de banho.
- Evite que a criança toque nas canalizações, pois poderia queimar-se no metal.
- Nunca, nem sequer por alguns minutos, a deixe sozinha enquanto estiver dentro da banheira, uma vez que as crianças podem afogar-se mesmo em pouca água. - Não encha demasiado a banheira; com 10 a 13 centímetros é suficiente, pelo menos a princípio.


Brinquedos ideais para a hora do banho

- Aparelhos de fazer bolinhas de sabão.
- Brinquedos que flutuem na água.
- Brinquedos que permitam manipular líquidos.
- Recipientes para encher e esvaziar com água (por exemplo, caixinhas de plástico).
- Embalagens vazias de champô, sem as tampas. - Livros plásticos, à prova de água.


Para fazer do banho um momento de brincadeira

- Trata-se de alterar o convite: já não será “vamos tomar banho”, mas sim “vamos brincar na água”.

- Espuma e gel de banho para crianças “que não irritam a pele nem os olhos” são aliados da diversão. Têm aromas agradáveis e permitem fazer bolhas, uma coisa que a maioria das crianças adora.

- Divirta-se na banheira com a criança, especialmente durante os fins-de-semana, que é quando os papás têm mais tempo.

- Utilize sabonetes de formas atraentes, de cores e aromas diferentes.

- Existem champôs com personagens conhecidos. Todas as crianças têm personagens preferidos. Podem escolher juntos quais comprar.

- A hora do banho é um bom momento para criar penteados estranhos quando o cabelo ainda está com o champô. As meninas adoram. Deixe a sua filha ver-se num espelho enquanto cria esses penteados, e deixe que ela também brinque com o seu cabelo.
- Evite que o champô entre para os seus olhos, e que molhe o seu rosto.

- Convida-las a dar banho aos seus bonecos também pode ser um bom estratagema para que as meninas percam o medo. Como têm uma identificação com os seus bonecos, se a eles não acontecer nada, também não lhes acontecerá nada a elas.

fonte:forum.g-sat.net

E para elas basta criar um ambiente agradável e deixá-las gozar o descanso.

Se não conta com a ajuda de uma vizinha zelosa que possa tratar das plantas durante a sua ausência, siga alguns destes conselhos práticos, que vão facilitar a sua vida e a das plantas que dependem de si.

Plantas

As plantas necessitam de várias horas de luz por dia. Não as deixe numa sala sem luz, porque as folhas vão amarelecer e podem mesmo morrer.

A água é outro dos problemas. Se não tem quem as regue, não cometa o erro de deixar os vasos "afogados" em água, porque muita água só é boa na praia. A terra deve ficar húmida e não encharcada.

Caso possua um jardim, coloque aí as suas plantas de casa. regue-as até à saturação e depois, enterre os vasos, parcial ou totalmente, à sombra e protegidos do vento. Cubra então os pés das plantas com jornais velhos ou palha, para os segurar e coloque pedras ou terra por cima.

Uma varanda pode fazer o mesmo efeito, na falta do jardim, especialmente quando esta está virada para o sol. Proteja-as deste e do vento com uma rede própria, em forma de abrigo. Arranje uma caixa cheia de areia ou terra humedecida e enterre aí os vasos, depois de saturados de água.

Na falta de ambas as soluções, opte por um quarto com cortinas e persianas abertas (de onde retirou todos os valores, obviamente, e deixe-o fechado à chave).

Outra solução simples é utilizar, como reservatório, a banca da cozinha, o tanque ou a banheira. Coloque os vasos em cima de uma toalha grossa dobrada ao meio, na parte de cima da bancada, mas a extremidade da toalha deverá ficar mergulhada na água. Vai ficar humedecida e fornecerá à planta a água necessária.

Um sistema simples para as plantas verdes isoladas: numa garrafa cheia de água introduza uma mecha e como tubo de suporte utilize um tubo de plástico, e una ao vaso.

Pode ainda comprar floreiras próprias com reservatórios incorporados, que podem conter água suficiente para duas ou três semanas.

E agora pode partir descansada, para gozar as merecidas férias deste ano. Quando voltar, terá à mesma o regalo de passar os olhos pelo verde das suas plantas.

fonte: mulher portuguesa

O chocolate é um problema grave na vida de muitas mulheres. Embora se queira manter a linha, o chocolate faz sempre das suas e lá se ingerem mais umas quantas calorias.

Raras são as mulheres que lhe resistem! Vem de mansinho, como quem não quer a coisa, em silêncio, e depois fica diante do seu olhar, a pô-la à prova. Com aquele aspecto apetitoso, que só dá vontade de devorar, não lhe consegue resistir e... Zás! Lá vai uma tablete inteira de chocolate!

Resistir ao chocolate é um verdadeiro martírio para muitos. Apresentando-se não só em tabletes, mas também em inúmeros doces ou bolos, o chocolate consegue fazer as delícias de quase todos. O principal problema é que o seu consumo em excesso não faz nada bem à linha, acentuando o excesso de gorduras e de calorias ingeridas. Tudo bem que há iguarias verdadeiramente irresistíveis, mas a solução é conseguir ser mais forte que elas. Ao menos, nem lhes dirija o olhar e fuja dessa tentação!

Porém, a ideia de que o chocolate apenas tem uma função prejudicial à nossa saúde é totalmente falsa. Tal como os restantes alimentos que consumimos, e que não devem ser ingeridos em grandes quantidades, o chocolate também se torna prejudicial somente quando é consumido mais do que o limite. Na realidade, o chocolate contém em si características muito positivas que condicionam um bom funcionamento do seu coração.

Se consumir chocolate de forma moderada, sem abusar, e se não o fizer a todas as horas do dia, não haverá problema de maior para com a sua saúde. Agora se abusar, é natural que as consequências desse excesso se venham a registar brevemente. Os doces, o pão ou a batata, quando são ingeridos em grandes quantidades também não produzem um efeito muito positivo, mas o bom funcionamento do organismo implica, obrigatoriamente, o seu consumo.

Os benefícios do chocolate provêm de uma substância existente no mesmo, que se encontra também nos legumes e em algumas frutas. Daí que, e como sabemos estes alimentos não prejudicam o bom funcionamento do organismo, o chocolate também só atinge problemas mais alarmantes quando ingerido em doses exageradas. As calorias do chocolate são tantas que, quando acumuladas, trazem graves e inúmeros problemas à saúde da pessoa.

Deve, por isso mesmo, haver um esforço por parte daqueles que apreciam bastante o chocolate, embora não haja necessidade de cortarem completamente com ele. Branco, negro, em bolos, em mousse, ou na forma de outros doces, o chocolate faz as delícias de todos. Portanto, e se está a fazer dieta, pode mesmo comer um ou outro bocado. O que é realmente importante é comer na medida certa e não exagerar em nenhum alimento. Assim, alcançará a linha que deseja, sem esquecer, como é lógico, o exercício físico!

fonte: mulher portuguesa

"O melhor presente para os nossos queridos avós é dar-lhes carinho e muito amor"


"Os avozinhos tem rugas que se fartam e amor que nunca mais acaba."


" A avozinha não é grande, nem forte, mas quando me dá um abraço, os monstros que povoam os meus pesadelos fogem a correr."


" As avozinhas conseguem ver os quadros que pintámos ao telefone."


" Quer sejas o primeiro ou o último da corrida, para a avozinha és sempre o vencedor."


" Uma avó tem sempre tempo para nós, quando o resto do mundo está ocupado."


" Pensei que ser avó fazia parte de uma velhice tranquila. Então, e o que está ela a fazer, a jogar á baliza?"


" Adoro as rugas da minha avozinha, cada uma conta uma história."


" A natureza torna as avós mais lentas, para poderem acompanhar melhor o ritmo dos netos."


" Ao cabo de muitos anos descobri o ingrediente secreto de todas as receitas de forno da avozinha. Montes e montes de amor."


"A minha avó consulta sempre a minha mãe primeiro, mas depois altera um bocadinho as regras."


"A minha avó tem os pés velhos e o coração jovem."


"Sexta-feira era sempre o meu melhor dia, porque era o dia em que ia almoçar a casa da avozinha. Coca-cola e bolos, uma delícia."


"As avozinhas dão-nos sempre a cereja de cima."


"A minha avó é especialista em concertar coisas, joelhos esfolados, bonecas e vidas."


"A casa da minha avó é o lugar mais tranquilo do mundo, quando a minha vida anda demasiado ocupada e barulhenta."




Durante cerca de metade da sua vida, a mulher prepara-se mensalmente para a reprodução, uma função muito influenciada pelos nutrientes que ingerimos.

Vários estudos debatidos no VII Congresso de Nutrição e Alimentação (painel À Mesa no Feminino, intervenção Nutrição, Fertilidade e Gestação) comprovam que, embora não exista uma “dieta da fertilidade”, uma alimentação equilibrada pode aumentar a fertilidade.

A mulher deve assim dar especial atenção ao consumo de alguns nutrientes, como as proteínas, que aparecem em grande quantidade nos peixes, carnes, ovos e produtos lácteos. Uma adequada ingestão de proteínas é fundamental para garantir a função reprodutiva, já que elas constituem a base de todas as nossas células.

O consumo de gorduras também não deve ser descuidado, uma vez que elas fazem igualmente parte das células - incluindo as hormonas sexuais. Sabia que quando se elimina da dieta quase toda a gordura o nível de hormonas se altera, diminuindo as hipóteses de engravidar? Mas existem gorduras a evitar, as saturadas e as trans, conhecidas como as “gorduras más”, que se encontram nas carnes e nas margarinas. Quando consumidas em excesso alteram o organismo, podendo afectar negativamente a ovulação. Por isso, devemos privilegiar apenas as “gorduras boas”, compostas maioritariamente por ácidos gordos polinsaturados e monoinsaturados, presentes em grande quantidade nos peixes gordos, como o salmão ou a sardinha, óleos vegetais e azeite.

Os alimentos ricos em antioxidantes, sobretudo em vitaminas A e E, como os frutos e legumes frescos, folhas verdes, nozes, amêndoas e pinhões, protegem da mesma forma a integridade de todo o aparelho reprodutor, favorecendo a fertilidade.

Na realidade, existem muitos mitos sobre os alimentos que podem aumentar a fertilidade, mas a verdade é que não se deve apostar apenas no consumo de um ingrediente mas, de forma geral, numa alimentação variada e equilibrada. Numa primeira fase, a nutrição da mulher prepara o organismo para iniciar a gravidez, tornando-se em seguida a base de desenvolvimento do feto.

fonte: mulher portuguesa

Prevenir o cancro da pele


Reeducar é preciso, bem como apostar na prevenção.
Devido à redução da camada de Ozono, tem-se verificado um aumento de 3% da radiação UV na crosta terrestre, o que implica um aumento de incidência do melanoma. Assim, as exposições solares exageradas representam uma ameaça à saúde.

O sol é a causa de mais de 90% dos cancros cutâneos, podendo estes demorar entre 20 a 30 anos a manifestar-se. Deve-se, por isso, usufruir moderamente dos benefícios do sol e em determinados períodos do dia.

Os cancros cutâneos têm cura apenas se forem tratados precocemente. Neste sentido, convém saber como detectar na pele aquilo que nos levará a suspeitar de que algo não está bem. Os factores de risco de desenvolvimento do melanoma têm por base dois universos - o ambiental e individual, que se traduzem em luz solar, actividades de lazer, fontes artificiais de luz e muitos outros. No caso do ambiente podemos ainda acrescentar que não é apenas o sol que representa perigo, também o frio tem acção negativa sobre a pele.

Profilaxia, benefícios do sol...
Há, pois, que mudar os nossos comportamentos. Neste sentido, existem duas vertentes indispensáveis: a prevenção primária e a secundária. No primeiro caso devemos vencer a vontade de nos expormos aos sol – especialmente entre as 11 e as 16 horas, e mesmo depois dessa hora os cuidados devem continuar.

Durante a exposição solar é importante o uso de roupa protectora e óculos de sol, bem como de protectores solares, não só no corpo e rosto, como nos lábios.

Ao contrário do que se possa pensar, deve evitar-se a exposição solar e protectores solares em crianças com menos de 1 ano de idade. Quanto às restantes, nomeadamente a partir dos 3 anos, deve encorajar-se a criança a ter como regra procurar uma sombra.

Relativamente à prevenção secundária, esta passa pela detecção precoce do cancro cutâneo, que é o mais frequente mas curável se detectado precocemente. Assim, cada pessoa deve conhecer a sua pele e realizar o auto-exame cutâneo por forma a detectar sinais de alarme e vigiá-los, devendo mesmo consultar-se com o médico.

Indispensável à vida na Terra, o sol tem acções tão benéficas que seria impossível viver sem ele. Além de possibilitar a fotossíntese, fornece calor e é essencial à regulação do metabolismo do cálcio e do fósforo necessários ao esqueleto humano, através da produção da famosa vitamina D. Todos nós precisamos desta vitamina!

Uma radiação solar adequada proporciona bem-estar, relaxamento, aumenta a capacidade de acção, estimula o organismo físico e psíquico. É, por isso, que na altura da Primavera e do Verão as pessoas se apresentam mais bem dispostas.
O sol moderado é importante tanto para os adultos como para as crianças e os idosos.

... e malefícios

Mas a verdade é que os raios solares em quantidades e qualidades inadequadas anulam os benefícios do sol. Em exagero constituem fonte agressiva capaz de causar manchas inestéticas, envelhecimento precoce, queimaduras e cancro cutâneo.

Cada um de nós nasce com um determinado "capital solar", ou seja, com um conjunto de meios naturais de defesa como o bronzeado, o aumento da espessura da camada córnea e os processos de reparação celular.

No entanto, sempre que cometemos um excesso, expondo-nos durante o horário de risco, não usando roupa adequada ou não renovando o protector solar, a que podemos juntar o facto de não beber água para hidratar a pele e apanhando escaldões, estamos a gastar o nosso capital solar.

O exagero constante conduz, então, ao aparecimento de problemas cutâneos tão graves como o melanoma.
Deve-se, portanto, apostar na protecção, e em especial nas crianças, já que estão em constante exposição, não têm ainda consciência do perigo e porque os malefícios só serão visíveis anos mais tarde.

E os escaldões acumulados durante a infância são um dos mais importantes factores de risco no desenvolvimento de cancros cutâneos e especialmente no desenvolvimento de melanoma durante a idade adulta.


fonte: mulher portuguesa











São mais indicadas para cerimónias nocturnas mas caso queira usa-las, então siga algumas regras para não ficar mal no dia do seu casamento, tais como opte por luvas sem brilho.
Tipo de luva consoante o modelo de vestido

# 3/4 (abaixo do cotovelo): Apropriado para os vestidos de noiva estilo ombro-a-ombro e frente-única e para uma cerimónia mais informal. O vestido deverá acompanhar esta escolha sendo mais vaporoso e jovial e de mangas curtas.

# 7/8 (acima do cotovelo): Os mais indicados são os cai-cai e também o frente-única mas sempre para vestidos mais formais e com amplos decotes.

Atenção: vestidos de mangas cumpridas não combinam com luvas.
Luvas para cada horário
Manhã: pede luvas curtas
Tarde: semi-longas
Noite: luvas acima do cotovelo

Quem não deve usar luvas

# Quem tem braços muito gordinhos ou magrinhos.


Mais regras:

# Nunca se oferece a alguém uma mão calçada com luva.

# Não colocar o anel de noivado por cima da luva ou a futura aliança.

# Você não deve usa-las durante a festa. Se o fizer tire-as antes de comer algo.

# Ao entrar no altar com o pai ou outro acompanhante, se for faze-lo de mãos dadas, deverá tirar a da mão esquerda (segurando-a com a direita). Se for de braço dado, poderá usar as duas, mas deverá retira-las assim que chegar ao altar.
Atenta a estes detalhes, o acessório irá valorizar.

# Tirar o par da luva para a troca de alianças pode deixar qualquer noiva nervosa, entretanto, é preciso faze-lo com toda naturalidade e elegância, como se fosse parte do ritual das alianças.

Aliás, este é o momento em que as deve retirar quando o padre benze as alianças e só deve recoloca-las quando for para sair da igreja.

Suavemente, puxe a ponta de cada dedo e depois, gentilmente, tire toda luva sem deixa-la do avesso.
Peça para a madrinha ajuda-la neste momento, segurando a luva e o bouquet.
Uma segunda opção é tira-las assim que chegar ao altar, e recoloca-las somente no momento da saída. Quando chegar ao local do copo de água tem de as retirar.
As regras de etiqueta como já se disse acima é não se deve cumprimentar ninguém de luvas, além disso tem um anel novo não está ansiosa de o usar e de o mostrar?
Este é o momento ideal!

fonte:casamentos.sapo.pt

Ingredientes:

* 1 lata(s) de leite condensado
* 1 pacote de natas
* 3 unidade(s) de ovo
* 2 lata( a medida da lata do leite condensado) de leite
* 1 colher(es) (sopa) de amido de milho
Preparação:

Leve ao lume o leite condensado com as gemas, sem a película, e acrescentado do amido diluído no leite, cozinhe, mexendo sempre, até levantar fervura, cozinhe mais 3 minutos, reservar. A parte bata as clara em castelo (bem firme) acrescente as natas. Misture tudo e coloque numa forma com furo central (de pudim) com caramelo, deixe arrefecer e leve ao frigorífico durante 2 horas.
Bom Apetite!






É importante saber o tamanho certo e escolher o estilo adequado. Quando for comprar um soutien tenha em consideração o seu tipo de seio. Separado? Flácido? Espalhado? Volumoso? E questione-se: Qual é o efeito que deseja? Aproximar? Remodelar? Diminuir?

Observe a qualidade dos elásticos, além da sustentação que a copa oferece aos seios e as laterais. Tecidos de algodão ou mistos são as melhores opções. Sintéticos e pouco absorventes podem atrair fungos debaixo ou no mamilo.

Experimente vários modelos e perceba que o tamanho certo é aquele que cai como uma luva no seu corpo, conforme o seu objectivo. Algumas regras básicas também ajudam:
Seios grandes

O ideal são aqueles com lateral larga. Não se esqueça de trocar a posição das alças para que os ombros não fiquem marcados ou doridos.
Seios pequenos

Existem várias opções no mercado para deixar os seus seios aparentemente mais volumosos. Peça ajuda às colaboradoras nas lojas, elas saberão indicar-lhe os modelos que cada marca disponibiliza. Dependendo do tipo de seio, os soutiens com fecho à frente poderão ser uma boa opção, já que, ao aproximar os seios, dão a impressão de estes serem maiores.

Verifique o tamanho do soutien

O tamanho certo é o menor no qual ainda se sente confortável. Precisa ser justo o bastante para que sustente os seios sem pesar nas alças

- Deve ser capaz de passar os dedos por dentro do soutien, mas não muito mais do que isto;

- O soutien deve ficar justo no ajuste maior, mas ficar um pouco apertado se colocar no tamanho menor. Os soutiens são projetados desta forma, porque depois de serem usados algumas vezes, os elásticos tendem a ficar “frouxos”;

- Se o soutien estiver muito apertado nas costas, mesmo no ajuste maior, aumente um número (e reduza uma copa para compensar). Por exemplo, se um 32D estiver muito apertado, tente um 34C.

- Se as alças suficientemente frouxas para se sentir confortável apenas se etas estiverem o mais apertado possível, reduza um número (ex: 32D -> 30DD).

fonte:qmulher.com

Num flute de Champanhe coloque:

1. 1 gomo de laranja com casca

2. 1 pouco de licor beirão

3. e encha o flute com champanhe bem fresco.


Vai gostar! Simples e muito gostoso!


Ingredientes:
Para 6 pessoas

* 4 postas grandes e altas de bacalhau
* 5 dl de azeite
* 4 dentes de alho
* 1 kg de batatas (todas do mesmo tamanho)
* sal grosso
* pimenta

Confecção:

Escolhe-se o bacalhau bem alto e põe-se de molho (de preferência dentro do frigorífico) durante 2 a 3 dias, conforme a cura.
Depois enxuga-se muito bem o bacalhau e assa-se nas brasas.
Ao lado põe-se ao lume um tacho com o azeite, os dentes de alho e a pimenta. Deixa-se levantar fervura.
À medida que o bacalhau vai assando, vai-se fazendo em lascas e mergulhando no azeite.
Serve-se imediatamente acompanhado com batatas assadas com a pele, partidas a murro.

Preparação das batatas:

Lavam-se as batatas, passam-se por sal grosso e levam-se a assar no forno.
A meio da assadura, dá-se-lhes uma pancada (murro) para as esborrachar um pouco.
Salpicam-se com mais sal grosso e deixam-se acabar de assar.


Alimentos para favorecer a Boa Disposição!


O que talvez seja é o facto de existirem alimentos com uma participação importante no seu mau humor!

Ultimamente o seu humor tem estado péssimo.O que talvez seja é o facto de existirem alimentos com uma participação importante no seu mau humor! Todos comentam o facto de não aceitar uma brincadeira, andar sempre sisuda, e com má cara. A verdade é que você mesma nem sabe porque anda assim, uma vez que não tem motivos aparentes para que tal aconteça. Se analisar com precisão, talvez note algumas mudanças nas sua alimentação, e poderá estar aqui a chave para compreender o problema.

Os alimentos devem ser digeridos em doses devidamente doseadas, sem cair em abusos, ou em tentações que mais tarde vão demonstrar uma faceta menos positiva. Não é por acaso que os nutricionistas não se cansam de elaborar dietas para garantir o seu bem estar, mas os alimentos que compõem estas dietas são igualmente importantes para oferecer uma melhoria significativa ao seu humor diário.

Alface, mel, espinafres, ovos, e laranjas, são apenas alguns dos alimentos com uma participação activa no seu humor. Quer eliminar de uma vez esse estado de mau humor? Então fique a saber quais os melhores alimentos para englobar na sua alimentação. A alface, por exemplo, é um excelente meio para atenuar estados mais irritantes. Possui uma substância que actua como um calmante, sendo muito rica em folato, um dos elementos fundamentais ao organismo que na sua ausência causa depressão e cansaço.

O mel é também muito útil para amenizar o mau humor, já que estimula a produção de serotonina. Pequenas quantidades de mel vão dar-lhe uma enorme sensação de bem estar! Os alimentos que o mar oferece, como os mariscos, são igualmente benéficos. Actuam contra o cansaço e ansiedade, oferecendo também proteínas importantes que garantem o bom funcionamento do coração.

A laranja, extremamente rica em vitamina C, contém também muitas vitaminas, e é bastante importante para garantir que o sistema nervoso funcione correctamente. A laranja possui também muito cálcio, o que por si só é benéfico para o relaxamento muscular, prevenindo a fadiga, o stress, e cansaço. Outra fruta importante é a uva que, contendo as mesmas características da laranja, previne o envelhecimento antecipado, assim como o colesterol.

A banana não é apenas mais uma fruta, comum a tantas outras. A verdade é que esta fruta actua de forma eficiente no combate à ansiedade, como também ajuda a promover um sono calmo e relaxante. Energética, a banana contém muitos nutrientes importantes para garantir um humor saudável. Tal como a banana, também os ovos são ricos em nutrientes deste teor. Por isso, e além de permitirem conservar a memória, os ovos possuem um papel extremamente importante para o seu humor.

Após esta lista, você já não tem motivos para andar de mau humor! Prepare-se para combater os pensamentos negativos da vida, e agarre de uma vez a boa disposição!

fonte: mulher portuguesa

Um autêntico tratamento adelgaçante que associa os benefícios do chá a uma Alimentação equilibrada + . Ajuda a queimar Gorduras + e evita que estas se acumulem.

O chá é um dos aliados mais seguros e eficazes no que diz respeito a perder de peso de forma sustentada. As últimas investigações confirmam que contém uma substância chamada catecol, capaz de aumentar a termogénese no organismo (o gasto calórico durante a digestão) e de evitar que as lipases (enzimas que actuam sobre os lípidos) façam a digestão das gorduras, impedindo-as de serem assimiladas na sua totalidade.

Por um lado ajuda a queimar os depósitos de gordura e, por outro, impede que o nosso corpo acumule mais gordura, ao evitar a sua absorção.

Aliado de uma dieta saudável

Todas a variedades do chá (que são muitas) ajudam a emagrecer. Para além de conter zero calorias, se for ingerido sem açúcar nem leite, ajuda a manter o peso sob controlo, por várias razões:

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É saciante, pelo que combate a ânsia de comer entre refeições.
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É diurético e, ao mesmo, garante um adequado fornecimento de líquidos.
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É um estimulante ligeiro, que ajuda a combater o Cansaço + , e um antídoto totalmente natural contra o mau humor (um problema habitual quando se está de dieta).



Para além disso, o chá proporciona uma série de benefícios adicionais para a saúde:
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O seu princípio estimulante é a L-teanina, que não é tão agressiva para o nosso sistema nervoso como a Cafeína + , mas ajuda a manter a pessoa em alerta.
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É rico catequinas, um grupo de polifenóis com uma poderosa capacidade antioxidante que ajuda a proteger as células e os órgãos vitais do efeito nocivo dos Radicais livres + e a reduzir alguns factores de risco associados ao desenvolvimento das Doenças cardiovasculares + e alguns tipos de cancro.
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Possui ainda outros compostos Antioxidantes + , os Flavonóide + s, que, para além da protecção do organismo contra processos degenerativos, são essenciais para a absorção e metabolismo da Vitamina C + .
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É rico em vitaminas K, B1, B2 e C, com reconhecidas propriedades antioxidante e de protecção do sistema imunitário.
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Fornece fluoruro, um composto que ajuda o organismo a obter o Flúor + de que necessita

Verde ou vermelho? Os dois!

Os dois são bons, saudáveis e eficazes no que diz respeito a emagrecer. Cada um tem os seus benefícios, por isso o melhor é combiná-los. Evidentemente, de nada serve a sua acção queima-gorduras se não for acompanhada de uma dieta baixa em calorias e de algum exercício.

A combinação destas variáveis poderá fazer perder mais de um quilo por semana e até cinco quilos num mês. Uma vez alcançado o peso ideal, poderá mantê-lo indefinidamente, se continuar a beber chá e adoptar um estilo de vida saudável.

Chá verde: o estimulante

O chá verde é a variedade menos oxidada e, por isso, conserva intactas todas as suas propriedades saudáveis, em particular, uma maior quantidade de catequinas (fitonutrientes da família dos polifenóis, com uma forte acção antioxidante):

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Ajuda a emagrecer e, de acordo com estudos asiáticos recentes, está associado à redução da gordura abdominal, uma das formas de Obesidade + mais perigosas e um factor de risco da doença cardíaca e da Diabetes + .
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Atrasa o Envelhecimento + .
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Ajuda a prevenir o cancro graças a uma enzima que evita que as células se tornem tumorais.
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Estimula o metabolismo.
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Acalma as dores de cabeça.
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Ajuda a controlar o Colesterol + e limita o risco de enfarte.
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Previne o aparecimento de Cáries + pelo seu conteúdo em flúor.
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Fortalece os ossos (também devido ao flúor).



Chá vermelho: o depurador

O chá vermelho (ou Pu-Erh) é obtido de uma segunda oxidação especial das folhas de chá verde, o que as torna mais resistentes e lhes confere novas propriedades saudáveis.

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Activa o metabolismo do Fígado + , ajudando a que o corpo queime gorduras em vez de armazená-las.
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Reduz de forma significativa os triglicéridos, os níveis de colesterol mau (LDL + ) e o ácido úrico.
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Reforça o sistema imunitário e protege o organismo de algumas infecções.
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Desintoxica o organismo, evitando a retenção de líquidos.
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Facilita a digestão.



Sabia que O consumo regular de chá verde com um teor mais elevado de catequinas pode ajudar a reduzir a gordura corporal, ao mesmo tempo que reduz o Risco cardiovascular + . Fonte: Estudo coordenado pelo investigador japonês Tomonori Nagao (publicado em Junho de 2007, na revista Obesity).

Regras para a dieta funcionar:

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Não deve seguir a dieta durante mais de um mês, mas pode repeti-la quando quiser, desde que faça uma pausa de três dias a uma semana entre ciclos de dieta.
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Beba, no mínimo, um litro e meio de água por dia.
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Tome três chávenas de chá por dia, sem leite nem açúcar (pode substituir por adoçante sem calorias). Após perder o peso desejado, reduza a quantidade diária para três chávenas.
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Combine as infusões de chá verde e vermelho. Para completar as 5 chávenas por dia, termine o almoço e o jantar com chá, reservando o vermelho para estas ocasiões.
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O exercício moderado é o melhor aliado para ajudar a emagrecer. Caminhe uma hora todos os dias.
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Coma devagar e beba lentamente.

A dieta do chá, dia-a-dia

Segunda-feira



Pequeno-almoço: 1 fatia de pão integral torrado + 1 quivi + 1 iogurte natural magro + 1 chávena de chá vermelho.
Meio da manhã: 1 chávena de chá verde + 2 tostas simples.
Almoço: 2 postas de pescada grelhadas + alcachofras grelhadas ou outra verdura (com 2 colheres de Azeite + ) + 2 colheres de sopa de arroz + 2 quivis + 1 chávena de chá vermelho.
Lanche: 1 chávena de chá verde + ½ pão de mistura com queijo fresco.
Jantar: 1 prato de feijão verde cozido (com 1 colher de azeite e vinagre de maçã) + 1 lata de atum ao natural + 1 taça de morangos ou outra fruta + 1 chávena de chá vermelho.


Terça-feira



Pequeno-almoço: 1 fatia de pão integral torrado + 1 porção de queijo fresco magro + 1 laranja + 1 chávena de chá vermelho.
Meio da manhã: 1 chávena de chá verde + 2 a 3 bolachas Maria ou torrada.
Almoço: 2 postas de peixe branco cozido (com uma colher de azeite) + 1 lata de espargos brancos ou verdes + 1 batata pequena + 2 laranjas + 1 chávena de chá vermelho.
Lanche: 1 chávena de chá verde + ½ pão de mistura com compota light.
Jantar: Salada de alface, tomate, cebola, pepino e 1 ovo cozido (com uma colher de azeite e limão) + 1 iogurte natural magro + 1 chávena de chá vermelho.


Quarta-feira


Pequeno-almoço: 1 fatia de pão integral ou 3 colh. de sopa de cereais + 1 quivi + 1 iogurte natural magro + 1 chávena de chá vermelho.
Meio da manhã: 1 chávena de chá verde + 2 tostas.
Almoço: Peixe no forno (com uma colher de azeite) + espargos (com uma colher de maionese light) + 2 batatas assadas+ 1 chávena de chá vermelho.
Lanche: 1 chávena de chá verde + ½ pão de mistura com fiambre de frango.
Jantar: Creme de courgete + tortilha com 1 ovo (com uma colher de azeite) + 2 rodelas de ananás natural + 1 chávena de chá vermelho.

Quinta-feira



Pequeno-almoço: 1 fatia de pão integral + 1 quivi + queijo fresco + 1 laranja + 1 chávena de chá vermelho.
Meio da manhã: 1 chávena de chá verde + 2 tostas de pão de mistura.
Almoço: 1 bife de frango grelhado + feijão verde cozido (com uma colher de azeite e vinagre de maçã) + 2 colh. de sopa de arroz de cenoura + 1 taça de morangos ou outra fruta + 1 chávena de chá vermelho.
Lanche: 1 chávena de chá verde + ½ pão de mistura com requeijão.
Jantar: Salada de alface, tomate, cebola, pepino e espargos (com uma colher de azeite e limão) + 1 maçã e 1 pêra + 1 chávena de chá vermelho.

Sexta-feira



Pequeno-almoço: 1 fatia de pão integral + queijo fresco magro + 1 laranja + 1 chávena de chá vermelho.
Meio da manhã: 1 chávena de chá verde + 2 a 3 bolachas tipo Maria ou torrada.
Almoço: 1 bife de vitela grelhado + salada de alface, tomate, cebola e espargos (com 2 colheres de azeite e vinagre de maçã) + 2 colh. de sopa de massa + 1 pêssego e 1 maçã + 1 chávena de chá vermelho.
Lanche: 1 chávena de chá verde + ½ pão de mistura com compota light.
Jantar: Lombo de Bacalhau + cozido (ou outro peixe) + pimentos Assados + ou outras verduras (com uma colher de azeite e vinagre) + 1 quivi + 1 chávena de chá vermelho.


Sábado


Pequeno-almoço: 1 fatia de pão integral + 1 porção de queijo fresco magro + 1 laranja + 1 chávena de chá vermelho.
Meio da manhã: 1 chávena de chá verde + 2 tostas simples.
Almoço: Salada mista com ovo cozido, 1 lata de atum ao natural, alface, tomate, cebola e espargos (com 1 colher de azeite e vinagre de maçã) + queijo fresco magro + 1 colh. de sopa de arroz branco + 1 chávena de chá vermelho.
Lanche: 1 chávena de chá verde + ½ pão de mistura com queijo fresco.
Jantar: Peixe branco cozido (com 1 colher de azeite e vinagre de maçã) + beringelas grelhadas (ou qualquer outra verdura) + 1 taça de morangos ou 2 laranjas + 1 chávena de chá vermelho.


Domingo



Pequeno-almoço: 1 chávena de chá vermelho + 1 fatia de pão integral + 1 quivi + 1 iogurte natural magro.
Meio da manhã: 1 chávena de chá verde + 1 fatia de pão de mistura (fininha).
Almoço: 1 porção de mexilhões com limão (ou qualquer outro peixe) + feijão verde cozido (com 1 colher de azeite) + 2 fatias de pão torrado + 2 rodelas de ananás natural + 1 chávena de chá vermelho.
Lanche: 1 chávena de chá verde + ½ pão de mistura com requeijão.
Jantar: Salada de alface, tomate, cebola e espargos (com 1 colher de azeite e limão) + 1 tortilha de cogumelos + 2 quivis + 1 chávena de chá vermelho.


Todos os dias...



Inicie o almoço e o jantar com um prato de sopa de legumes sem batata, sem massa e sem arroz.

Faça uma ceia, que pode ser um iogurte magro ou 1 peça de fruta ou 1 copo de leite magro com 1 tosta ou 2 bolachas tipo Maria ou torrada.

Revisão científica: Dra. Marisa Costa (dietista no Hospital de S. João, no Porto)

fonte: www.srsdocs.com


Formas de bem-querer

Stendhal, autor do livro Do Amor (Pergaminho), escrito no século XIX, apresenta quatro amores diferentes. Há quem diga que o amor é um sentimento moderno inventado por ele.
Do primeiro ao quarto, há o amor-paixão, o amor-gosto, o amor-físico e o amor-vaidade
Dos dois primeiros diz que “é um quadro onde tudo, até as próprias sombras, deve ser cor-de-rosa, onde nada de desagradável deve entrar…”
Mas “enquanto o amor-paixão nos leva para além de todos os nossos interesses, o amor-gosto
sabe sempre conformar-se com eles”
No amor-físico “toda a gente conhece o amor baseado neste género de prazeres”
O amor-vaidade é descrito como o desejo de ter para pura exibição.

O amor filial entre mães e filhos encheu telas e pergaminhos, mas sobretudo o amor entre amantes. Hoje, dir-se-ia que é muito mais matéria de estudo. Mas o mesmo objectivo final do ser humano que, de amor em amor, continua a procurá-lo e a desejar encontrá-lo no seu maior expoente.

Catarina Mexia, psicóloga clínica e terapeuta familiar, distingue as fases do amor em “termos de retribuições”. Explica: “Quando somos bebés, inspiramos o amor mais incondicional. Recebemos tudo e conscientemente damos muito pouco em troca. Mais tarde, já crianças, começamos a reconhecer os outros e a perceber que eles existem. Continuamos a receber muito, mas já começamos a dar algo em troca e a sentir que esta retribuição é necessária.” Com este salto de uma fase para outra do amor surgem também as primeiras desilusões e conflitos, e é também nesta altura que se começam a perceber outras dimensões do amor. Este torna-se mais complexo e passa-se a gostar com fundamento. Isto é, já não se gosta porque se gosta ou porque sim, “mas porque o outro tem qualquer coisa, alguma característica que nos aproxima”, comenta.
Chegada a adolescência, as hormonas tomam o comando da nossa vida. Não há nada a fazer!

Segundo a terapeuta, tudo fica mais complicado porque o amor começa a misturar-se com as questões da sexualidade. Nesta fase, “damos muito e recebemos muito, mas sobretudo ficamos muito confusos porque há uma série de novas experiências e novas sensações, coisas forçosamente inexplicáveis que começamos a sentir”. Mas há sobretudo uma “que é uma das riquezas da adolescência, e que é um ir e vir constante entre a descoberta do eu – a introspecção que acontece muito durante este período – e a descoberta do outro”. Catarina Mexia lembra que é precisamente este movimento que vai moldar a nossa identidade adulta, o que vamos ser como tal.

Define-se a capacidade de amar e de nos relacionarmos com os outros. As relações futuras, tanto no campo da amizade como do amor, são muito o “reflexo” desta possibilidade de introspecção e conhecimento que ocorre e nos deve ser permitida nesta fase da vida.

“Como jovens adultos tendemos para a superficialidade”, diz. A beleza e o poder do outro justificam as nossas escolhas, as nossas relações. “Estas são mais superficiais, baseiam-se um pouco mais na conveniência, são paixões intensas.”

Mas, ao mesmo tempo, “também é o momento em que muitas vezes encontramos a alma gémea, a relação que se prolonga para o resto da vida”.

No lado oposto, “a fase do amor adulto tem a ver com compromisso, em que as pessoas assumem que aquela relação lhes interessa, e a partir daí estabelecem uma série de projectos”, explica, esclarecendo que, se todas estas etapas se sucedessem em ordem, esta seria aquela em que as pessoas “conscientemente aceitariam ter filhos”.

Para a terapeuta familiar ainda não se trata de amor companheiro, “em que o sexo vem muito depois”, diz, explicando que actualmente este tipo de amor está um pouco posto em causa.

Uma das fases ou tipos de amor segundo um vasto número de autores, o amor companheiro é aquele que sucede ao amor romântico, à paixão, e onde é preciso um investimento muito grande dos intervenientes. O psicólogo social Robert Sternberg é um dos que fala nestes dois tipos ou fases, numa classificação baseada na teoria triangular. Ou seja, o tipo de amor é definido em presença de três componentes: intimidade, paixão e empenho. Enquanto no amor romântico a intimidade e a paixão estão presentes em detrimento do empenho, no amor companheiro o empenho passa a liderar ao lado da intimidade, mas a paixão ‘arrefece’.

Amor, sexo e paixão é uma trilogia explorada por um dos autores do nosso tempo, e provavelmente um dos que mais tem escrito sobre todos estes conceitos. Na obra Enamoramento e Amor como em O Mistério do Enamoramento (Bertrand), Francesco Alberoni apresenta-nos uma empolgante análise destes fenómenos. Escreve neste segundo título que “o enamoramento é uma modalidade de transformação, de crescimento, de forma de caminhar para o futuro”. E lembra que, já na infância, quando a criança se enamora de um coleguinha, começa a afastar-se da mãe.

Segundo Alberoni, o enamoramento é um processo. Enquanto o fascínio, a paixão fulminante, a atracção súbita são apenas etapas deste. Mas esclarece que “a simples experiência do fascínio, a simples experiência da paixão fulminante, por si só não basta para criar um enamoramento”. Depois, o processo de enamoramento “requer uma correspondência profunda entre as pessoas”.
De qualquer forma, este pode evoluir. Na obra Lições de Amor (Bertrand), Francesco Alberoni escreve: “O enamoramento, se se tratar de verdadeiro enamoramento, transforma-se em amor, em instituição e em durabilidade.” A tendência para o amor está inscrita no ser humano, assegura, e “tende a reunir, a fundir e a conhecer”. A outra, a sexual, leva-nos “a procurar o prazer imediato e também a mudar e a explorar”.

Seja como for, uma boa parte das queixas dos casais anda à volta ou vai sempre dar à sexualidade enquanto as hormonas estão activas, assegura a psicóloga e terapeuta familiar Catarina Mexia. Recorda também que o dito amor companheiro, “em que o sexo vem muito em segundo plano”, é empurrado cada vez para mais tarde.

“Aos 40 [anos] e tais”, em que a consolidação da relação está em curso, “ocorre por vezes um senão, que é o surgimento de algumas mágoas”. Também há uma certa falta de imaginação nesta altura. As pessoas ficam cansadas uma da outra e correm o risco de acomodar-se. “Há também a confusão do amor com a paixão. A recordação do que foi a paixão é ainda muito recente, e as pessoas têm dificuldade em fazer a transição entre uma coisa que foi muito intensa para outra mais calma, embora agradável”, diz a terapeuta, esclarecendo que há um conflito latente nos elementos do casal entre voltar a focar-se no individual e manter a relação com o ‘nós’, enquanto casal.

Contudo, ao contrário de tudo o que se preconiza, “o desgaste não é uma inevitabilidade”, diz, lembrando ainda que para construir relações bem sucedidas não basta ser criativo. “É fundamental não ficar agarrado à ideia do amor romântico, que continua lá apesar de tudo, porque isso não existe.” Por outro lado, as pessoas têm tendência “a achar que desgaste é igual a coisas profundamente negativas, quase divórcio, e não é”.

A última fase do amor no tempo é calma e tranquila. É feita de “companheirismo, consolidação e recordações. O casal tende a valorizar as recordações positivas”. A intimidade também aqui pode levar ao sexo, observa a terapeuta. Mas é sobretudo uma intimidade ao nível da pele, do toque, de mãos nas mãos até ao fim dos tempos.

fonte:maxima

A dieta ovolactovegetariana contém todos os alimentos da dieta omnívora com excepção dos produtos cárneos e do pescado.
Nunca se ouviu falar tanto de dieta vegetariana como agora. O que para muitas pessoas tem a ver com razões culturais, religiosas, filosóficas ou mesmo de saúde, para outras é uma questão de moda. E para outras ainda, sobretudo os adolescentes, um excelente mote de discussão e atrito com os pais, numa área que lhes é, ou aparenta ser, tão sensível. Por isso, de vez em quando, aparecem-me na consulta mães angustiadas porque os seus filhos decidiram enveredar por uma alimentação vegetariana. É justa esta preocupação? Depende do tipo de alimentação vegetariana que se propõem fazer.

Se é vegetarianismo puro, também chamado de veganismo, que exclui qualquer produto ou subproduto de origem animal, eu diria que é não só preocupante para os adolescentes, como para crianças, grávidas e mesmo adultos, uma vez que é uma dieta que pode resultar em anemia perniciosa ou alterações neurológicas, se não for complementada com suplementos de vitamina B12. No meu entender, uma dieta que tem que recorrer à farmácia ou à ervanária para obter produtos que não se encontram nos alimentos é tudo menos natural, uma vez que fora das cidades, onde estes produtos não são comercializados, a alimentação será seguramente deficitária.


Por outro lado, a dieta ovolactovegetariana, muito em voga sobretudo entre os defensores dos direitos dos animais, que inclui todos os produtos de origem vegetal, produtos lácteos e ovos é uma dieta bem mais saudável do que a geralmente praticada pelos pais, onde se abusa dos produtos cárneos (tão responsáveis pela elevada incidência de cancro de cólon em Portugal), gorduras saturadas e cereais refinados, a par do reduzido consumo de produtos hortofrutícolas com as sabidas consequências para os sistemas digestivo ou cardiovascular.

A soja é obrigatória em regimes vegetarianos?
Com um teor de proteínas superior ao das outras leguminosas como o grão-de-bico ou o feijão e mesmo ao da carne, não contendo colesterol e apresentando vitaminas e minerais em quantidades superiores aos dos outros alimentos deste grupo, é um alimento aconselhável para substituir a carne ou o pescado. A sua riqueza em isoflavonas parece ter algum papel (embora, quanto a isto, os estudos não sejam completamente conclusivos) no alívio dos sinais e sintomas da menopausa.

No entanto, é bom referir que não há só vantagens no seu consumo. Na realidade, a maior parte da soja que é comercializada, além de ser maioritariamente obtida a partir de grãos geneticamente modificados, sofre complexos processos industriais que obrigam a que o produto final seja suplementado para suprir as perdas industriais. Ora o que se sabe é que a adição destas substâncias, como cálcio ou vitaminas por exemplo, não tem a mesma biodisponibilidade, ou seja, o mesmo aproveitamento orgânico, que o produto original. E no que respeita aos organismos geneticamente modificados (transgénicos), há que ter muita cautela no seu consumo pois, sendo recentes, não estão ainda devidamente estudados os seus efeitos na saúde humana.

Para já, tudo o que se sabe é que a única vantagem que apresentam é para os produtores e não para os consumidores... Por isso, quando comprar soja, prefira a "biológica" que dá maiores garantias de não ser geneticamente modificada. Se vai consumir soja pela primeira vez, comece por uma pequena quantidade, pois além de poder provocar flatulência, pode desencadear uma reacção alérgica em quem é sensível.

A dieta vegetariana emagrece?
A dieta ovolactovegetariana contém todos os alimentos da dieta omnívora com excepção dos produtos cárneos e do pescado. Ora, a maioria das pessoas diz que engorda porque come muito pão, fritos, bolos, etc., e não porque come muita carne ou muito peixe. Então porque emagreceria apenas por excluir o seu consumo?

Na realidade, o que faz engordar é o consumo excessivo de calorias, venham elas de onde vierem: proteínas, hidratos de carbono ou gorduras que são os únicos nutrientes que fornecem energia. Se comermos almôndegas vegetarianas fritas (como já comi num restaurante vegetariano) acompanhadas de arroz cujo refogado foi feito com muita gordura e um monte de salada "regada" com muito azeite, bem podemos esperar por um milagre se a ideia era perder peso!


fonte: www.educare.pt

Ingredientes para 4 pessoas

- 1 kg de rosbife (filé mignon, lombinho, contrafilé...)
- 2-3 colheres (sopa) de azeite
- sal & pimenta preta moída no momento

Molho

- 200 ml de vinho tinto
- 4 colheres (sopa) de açúcar
- 1 colher (sopa) de vinagre balsâmico
- 3 colheres (sopa) de manteiga

Preparação

Retirar a carne do frigorífico e deixa-la durante pelo menos 1 hora à temperatura ambiente. Pré-aquecer o forno a 230ºC.

Pesar a carne e calcular o tempo de cozedura: 15-17 minutos para cada 500 g. Atar a carne com fio de cozinha para que esta conserve a forma durante a cozedura. Temperar com sal e pimenta.

Aquecer o azeite numa frigideira. Dourar rapidamente a carne de todos os lados. Transferir a carne e o azeite para um tabuleiro. Levar ao forno durante o tempo calculado anteriormente.

Entretanto, preparar o molho: derreter a manteiga num tacho pequeno. Juntar o vinho, o açúcar e o vinagre. Levar a ferver e deixar reduzir para metade. Temperar com sal e pimenta.

Retirar o rosbife do forno e embrulha-lo numa folha de alumínio alimentar. Deixar repousar fora do forno por 5-7 minutos.

Remover a folha de alumínio e verter os sucos que se formaram no tacho do molho; envolver e deixar o molho fervilhar por mais 1 minuto.

Eliminar o fio de cozinha e fatiar finamente o rosbife. Servir de imediato, com o molho à parte. Acompanhar com puré de batata caseiro e salada de alface.

fonte:/pt.petitchef.com


Segundo a socióloga Paco Underhill, 2/3 das mulheres compram sem estar previamente planeado, seja num supermercado ou numa ‘boutique'. Muitas vezes, as mulheres compram para se sentir melhor ou porque uma peça ficou mais barata. Com a chegada da época das promoções e saldos, leia como comprar conscientemente, sem se lamentar depois.


Devido aos preços (mais) baixos, a tentação de comprar algo que acaba no fundo do roupeiro é muito maior. O prazer pela conquista barata muitas vezes é maior do que a própria compra.


Boas compras



Mas comprar nos saldos pode valer a pena.
É uma boa oportunidade para comprar peças com tecidos luxuosos e vestidos de noite. Outras boas compras são peças ‘clássicas', peças que são a base do seu vestuário e não saiam da moda tão breve.
Exemplos: camisolas e t-shirts unicolores, camisas, malhas, um fato, casaco, cintos, meias e lingerie.



Antes de ir aos saldos, é importante analisar o que já consta no seu guarda-roupa.
A melhor forma de saber isto, é tirar tudo que tem no armário e seleccionar o que usa e o que já não usa. Para ter uma análise correcta e eficiente, baseada na sua morfologia, coloração natural (cor do cabelo, pele e olhos), personalidade e estilo de vida, pode sempre pedir ajuda a uma consultora da Colour me Beautiful. Descobrirá que afinal tem muito mais roupas e combinações do que pensava!

Dicas para comprar bem nos saldos



- Quanto dinheiro tenho para gastar?

- Preciso da peça?

- É algo que dura algum tempo, mesmo depois desta estação?

- É o meu tamanho, fica-me bem?

E os quatro ‘Não's' são:



- Não compre para a próxima estação se não tem certeza do que estará na moda

- Evite comprar roupas e acessórios segunda a última tendência

- Se está na dúvida, não compre

- Não compra para usar quando finalmente perdeu aquele peso a mais...



Comprar nos saldos pode ser divertido e não é tão complicado comprar bem, desde que se questione o que pretende fazer com a peça e quando quer usá-la.

Boa sorte!

fonte:activa.aeiou.pt



Apesar de ter esse nome, o chapéu Panamá é fabricado no Equador, notavelmente em Cuenca e Montecristi. Possui como característica principal a cor clara e pode vir em diversos formatos. Seu material de composição é a palha da planta “Carludovica Palmata”, originária do Equador e países vizinhos. Este material é tecido em trama fechada dando origem ao que conhecemos como Chapéu Panamá.

COMO USAR

Ele pode ser utilizado tanto por mulheres como por homens, basta apenas ter cuidado com algumas aspectos:


* No cabelo, coque baixo, rabo de cavalo ou mesmo uma trança espinha de peixe ficam perfeitos com esse tipo de acessório.

* Com a copa mais pequena e arredondada, o chapéu fica super feminino. As fitas coloridas garantem um ar divertido para o verão.


* A copa quadrada e alta cria um visual masculino, ideal para ser combinado com blazer e calças clássicas.




fonte: www.andreiasantana.com

Apesar de divertida, a praia esconde alguns perigos contra os quais devemos estar alerta. E os cuidados a ter para evitar esses perigos devem ser sempre respeitados.

Mesmo que os pais não estejam perto da sua criança, continua a ser sua responsabilidade protegê-la e educá-la, alertando-a para esses perigos.
Ficam aqui, então, alguns conselhos que podem valer tanto para os adultos como para os mais pequenos.

O sol

* Apesar de nosso amigo, o sol pode ser muito "falso" se não soubermos lidar com ele. Por essa razão, devem evitar-se as horas em que a sua radiação é mais perigosa, ou seja, entre as 11h30 e as 16h30 (pela hora de Verão portuguesa).

* Depois de um longo Inverno, o nosso corpo precisa de fazer uma habituação progressiva ao sol. Nos primeiros dias de praia, as crianças devem estar protegidas com uma camisola de algodão, usar chapéu (preferível ao boné, porque protege as orelhas) e calção ou fato de banho.
Ao contrário do que se possa pensar, esta roupa deve ser mantida seca, para não se colar ao corpo e perder as propriedades de protecção contra o sol.

* Os perigos de queimaduras pelo sol aumentam ou diminuem conforme o tipo de pele. No entanto, deve usar-se sempre um filtro solar com o índice de factor de protecção adequado.

* Para produzir os devidos efeitos, a primeira aplicação de protector solar deve ser feita cerca de meia hora antes da exposição ao sol e repetida regularmente (de hora a hora, cada vez que se sai do banho ou se transpira em demasia).

* Não se esqueça de proteger o peito dos pés, as costas das mãos, as orelhas, o nariz, os lábios e a área em redor dos olhos. Além de serem zonas sensíveis, também se queimam!

* Aplique o filtro solar mesmo que a criança esteja à sombra de um chapéu-de-sol ou de um toldo. Além de não impedirem totalmente a passagem dos raios solares, a luz reflectida na areia pode ser suficiente para provocar uma queimadura.

Alimentação e banhos:

* O melhor "lanche" para levar para a praia são os legumes (em salada, por exemplo), frutos, água e sumos naturais, uma vez que são ricos em caroteno, que ajuda a pele a defender-se da agressão das radiações solares.

* Por outro lado, são alimentos leves que permitem uma melhor digestão. Quando o calor é em demasia, a digestão torna-se mais lenta e pode provocar indisposição.

* Já agora, falemos do tempo de digestão. Tenha atenção às horas a que a criança come e aquelas a que pode ir à água. Não se esqueça que a digestão é sempre de duas horas e meia, quer seja uma feijoada ou uma simples sandes!

* Há muitos cuidados a ter ao ir à água. Se estiver demasiado fria deve-se ensinar a criança a não entrar nela de repente. O choque térmico pode ser fatal (pode provocar desmaios, paragem cardíaca, etc.).

* Durante o dia, as brincadeiras podem fazer com que nos esqueçamos de algo essencial: a hidratação. E por hidratação não entendemos o tomar banho na água, nem o filtro solar de protecção. Hidratação é beber água!


fonte: seguranca.bloguedobebe.com

Não tem mal nenhum, se for uma zona segura, com pouco movimento e com facilidade de controlo por parte dos adultos.

Brincar livremente, mexer-se, interagir com os outros e viver "aventuras" são factores essenciais ao crescimento saudável.

Contudo, há vários conselhos que, se forem respeitados, garantem maior segurança.
1 - É melhor que as crianças brinquem em grupo ou, pelo menos, com outro amigo (conhecido dos adultos).

2 - As crianças devem habituar-se a dizer para onde vão, se decidirem deslocar-se do local onde estão a brincar.

3 - É de evitar brincar na rua. É sempre perigoso, mesmo que o movimento seja extremamente reduzido.

4 - As crianças devem ser alertadas para as brincadeiras e os objectos perigosos (fogo, fósforos, plásticos, líquidos e objectos desconhecidos, charcos e lagos, etc.).
Os adultos devem explicar por que são perigosos, quais as consequências que pode haver e não apenas proibir.

5 - Devem alertar-se as crianças para os perigos de janelas e locais altos (quedas), ruas e automóveis (ir atrás de bolas, por exemplo) e locais desconhecidos.

6 - Devem ser ensinadas e respeitadas (pelo exemplo) as regras de atravessar ruas, os semáforos e restante sinalização, etc.

7 - Devem ser dadas indicações fáceis e claras sobre como agir em caso de acidente ou se a criança se perder.

8 - Ao andar de transportes e/ou nos locais públicos, as crianças não deverão ter valores à vista (relógio, telemóvel, carteira, fios, pulseiras, etc.).

9 - As crianças devem ser habituadas e ter a oportunidade de contar (sem medo) aos pais os acontecimentos estranhos que viram e encontros com desconhecidos.

10 - São de evitar (e explicar porquê) locais pouco iluminados ou mal frequentados.

11 - As crianças devem ter sempre consigo um valor mínimo em dinheiro para poder fazer um telefonema. Do mesmo modo deve garantir-se que conhecem os seus números de contacto (telefones) de cor.

12 - Deve-se ensinar as crianças a não dar informações sobre si ou sobre a casa, família ou amigos a desconhecidos.

13 - As crianças devem ser ensinadas a não aceitar ofertas ou boleias de desconhecidos.

14 - As crianças devem tentar sempre confirmar novos planos que vão contra indicações ou combinações anteriormente feitas com os pais (novas pessoas que as vão buscar à escola, por exemplo).

fonte: seguranca.bloguedobebe.com














Os vestidos têm bons motivos para se manter no guarda-roupa de verão. O ponto principal são os preços mais baixos: o vestido simplifica a confecção, custando menos que a produção de duas peças como tailleurs, por exemplo.

Outro apelo é o poder de sedução e a simplicidade das formas. Este despojamento permite mil coordenações de acessórios, fazendo do vestido no verão a escolha mais refrescante.

Entre as várias opções de vestido é fácil escolher o modelo mais adequado para cada tipo de corpo. Há modelos especiais para quem tem muito peito, cintura sem definição ou barriga saliente . É só fazer a escolha certa e arrasar.
Muito peito

# Use decote alto e linhas retas , diminuindo o volume do peito
# Evite os de cintura alta ou de alças.

Sem cintura

# Use recortes ou cinto acima da cintura. Isso ajuda a marcá-la

Corpo estreito

# Use decotes em "V" abertos formando volumes e sugere-se em contornos mais arredondados ou vestidos estampados
# Evite modelos justos ao corpo e sem detalhes.

Barriga saliente

# Use vestido com corte império, abaixo do peito, que caia a direito
# Evite cai-cai ou modelos com cintura.

Peso a mais

# Use vestidos soltos, sem mangas ou regata, em tecidos macio, um só tom escuro ou neutro e decote em "V" pronunciado
# Evite vestidos justos, alças finas, muito coloridos ou decotados.


fonte: moda.terra.com