Gosta de fazer visitas? E se lhe aparecem assim de repente? Saiba como se comportar nestas situações



Hoje em dia, já raras são as visitas. Normalmente, as pessoas combinam encontrar-se em locais públicos.

Hoje em dia, já raras são as visitas. Normalmente, as pessoas combinam encontrar-se em locais públicos ou então, passam a correr pela casa da outra pessoa, porque têm algum assunto urgente a tratar. Longe vão os tempos, em que havia situações obrigatórias de visitas, por altura de aniversários, casamentos ou nascimento. Ainda assim, prevalecem casos, como as doenças, nos quais as visitas são estritamente necessárias.

As visitas que actualmente se fazem, são na sua maioria informais. Convém, que as mesmas sejam anteriormente anunciadas, para que as pessoas não sejam apanhadas desprevenidas. Quando existe um laço sólido de amizade, é usual que se visite um amigo porque se estava ali perto, sem nenhum motivo aparente. Mas, nunca faça essa visita perto da hora do almoço ou do jantar, pois isso parecerá um auto-convite.

Ao visitar alguém, tenha em atenção, se a pessoa estava ou não ocupada, para não prejudicar os seus planos. Portanto, a visita não deve ser, nem muito curta nem muito extensa. Saiba encontrar um meio termo, consoante o assunto, a formalidade ou, o à vontade que tem com a outra pessoa.

Se, se deslocar a um hospital para visitar um doente, primeiramente deve informar-se acerca do horário das visitas e, como é óbvio, saber qual o estado da pessoa e se a mesma pode receber visitas. Mas, se o doente estiver em casa, o grau de preocupação deve ser idêntico. A altura mais conveniente para visitar alguém, é da parte da tarde. Leve-lhe um pequena "lembrança": flores, fruta ou um livro/revista. Não custa nada e, faz parte das regras das boas maneiras e etiqueta.

Ao conversar com o doente, faça-o naturalmente. Tente animá-lo e, conte-lhe coisas banais. Não fale nem da sua doença, nem dos seus problemas. Isso, só o fará sentir mais em baixo ainda. Fale num tom normal e calmo, sem pressas e de forma amena.

As pessoas idosas sentem um enorme prazer, ao serem visitadas. É sinal, que ainda se lembram delas. Se a pessoa não for inválida, nem tiver um grave problema, deixe-a preparar-nos um lanche. Isso fará senti-la útil e activa. As pessoas de idade conseguem fazer muitas coisas e, não gostam que alguém lhes faça as coisas. Deixe-a movimentar-se livremente.

Uma visita inesperada que não é muito do seu agrado, porque estava a fazer algo de importante ou porque o teor da conversa já é previsivelmente chato, deverá ser também tratado com particular atenção e educação. Deve convidar a sua visita, para entrar. Não se deixa ninguém à porta. Se a convidar a sentar-se ofereça-lhe algo, mas se estiver mesmo ocupada, diga-lhe delicadamente "Ía mesmo agora sair, porque…". A outra pessoa compreenderá e voltará, noutra ocasião.

Porém, e não querendo dizer-lhe logo que não está disponível, convidando-a por isso a entrar, o seu corpo e a sua postura transmitirão, inconscientemente, os sinais da sua impaciência. Á partida a outra pessoa, percebe e ela própria anuncia a sua ida. Mas, se isto não acontecer, não ofereça mais nada e deixe esfriar a conversa. Pode optar logo, por dizer que, "Eu gostei muito deste bocadinho, mas agora tenho mesmo de…". Logicamente, que a pessoa se retirará no preciso momento. Esta situação é toda de evitar, se a sua visita inesperada for alguém, com quem tem uma relação muito próxima.

As boas maneiras, aplicam-se em enumeras situações, e nos mais variados e distintos casos. Esperamos que este artigo lhe seja útil para optar pelo melhor comportamento para quando receber ou visitar alguém.

fonte: mulher portuguesa

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